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Jaguaretê – 2018

A primeira onça-pintada aconteceu para Araquém Alcântara, precursor da fotografia de natureza no Brasil, num igarapé da Amazônia, em janeiro de 1980. Foi um momento de tamanha epifania que o fotógrafo decidiu dedicar-se integralmente à documentação dos ecossistemas brasileiros e sua biodiversidade.

A história dessa foto, que abre o livro JAGUARETÊ, começa numa noite chuvosa de janeiro, no Hotel Tropical de Manaus, onde Araquém estava hospedado com a tarefa de registrar a inauguração de uma revenda de pneus de uma multinacional americana. Na piscina do hotel, entreouviu a conversa de dois garçons sobre uma onça que andava aparecendo pelo igarapé do Guedes, na ilha de Xiborema, quatro horas de viagem de Manaus. Pressentiu e acreditou.

Deu sorte que o garçom estaria de folga no dia seguinte e conhecia o local. No primeiro dia nada, mas na tarde do outro, lá estava ela, majestosa, atravessando o igarapé. Fotografou com uma Asahi Pentax Spotmatic F, com uma teleobjetiva 200mm de rosca e um filme de negativo cor de 100 asa. Revelou a foto na zona franca de Manaus, ampliou no formato 50×75 cms e a vendeu para os gringos dos pneus. Com o dinheiro comprou tripé, colete, filtros e uma câmera também Pentax, mas muito mais moderna. Voltou para São Paulo profissional.

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